Album
ANTI (Deluxe)
2016Pop · Música
Um guia para o domínio da cena pop do século XXI.
Tracks
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- 34:13
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About this album
Quando Rihanna revelou ANTI ao mundo, em 2016, tornou-se evidente que a artista se tinha reinventado. A cantora de Barbados tinha abandonado a sua editora discográfica de sempre e rejeitado a fórmula de sucesso que tinha vindo a aperfeiçoar desde a sua estreia, em 2005. Livrou-se da pressão das expectativas e estava, finalmente, livre para cultivar a sua própria mística e para redefinir o som do pop moderno.
A evolução começa por uma voz mais poderosa e arrojada, audível nas lamúrias revestidas a whiskey de “Higher”, tema que soa a mensagem de voz noctívaga, ou na sua versão fumegante de “New Person, Same Old Mistakes”, dos Tame Impala. “Work” é uma orgulhosa celebração das suas raízes caribenhas, “Needed Me” surge como carta de despedida de contornos feministas e “Sex With Me” revela o seu lado mais erótico. Rihanna também explora e reinventa géneros musicais, apropriando do doo-wop dos anos 50 em “Love on the Brain” e piscando o olho a Prince em “Kiss It Better”, balada pop sedosa que nos transporta até aos anos 80. No entanto, tudo soa totalmente moderno e distinto, como se fosse um guia para o domínio da cena pop do século XXI.
A evolução começa por uma voz mais poderosa e arrojada, audível nas lamúrias revestidas a whiskey de “Higher”, tema que soa a mensagem de voz noctívaga, ou na sua versão fumegante de “New Person, Same Old Mistakes”, dos Tame Impala. “Work” é uma orgulhosa celebração das suas raízes caribenhas, “Needed Me” surge como carta de despedida de contornos feministas e “Sex With Me” revela o seu lado mais erótico. Rihanna também explora e reinventa géneros musicais, apropriando do doo-wop dos anos 50 em “Love on the Brain” e piscando o olho a Prince em “Kiss It Better”, balada pop sedosa que nos transporta até aos anos 80. No entanto, tudo soa totalmente moderno e distinto, como se fosse um guia para o domínio da cena pop do século XXI.